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Na sua missão de projetar o futuro, o Grupo Obriverca assumiu, desde o início, o compromisso perante os seus Clientes e a sociedade em geral, de promover uma qualidade ambiental e paisagística de exceção nos seus empreendimentos, difundindo-a para além dos seus limites físicos, valorizando e distinguindo os concelhos em que estes se inserem. É nesta contínua atenção à vertente paisagística que a empresa inovou, se distinguiu e continua a distinguir, e se tornou uma referência.

Cada projeto é como um "puzzle" onde se articulam objetivos e condicionantes, e a sua construção revela-se um desafio na procura de soluções integradoras, harmoniosas, inovadoras e estimulantes, destinadas a proporcionar o bem estar e a felicidade das pessoas que nelas irão habitar, trabalhar.

Procuram-se sempre modelos de valorização, cuja implementação garanta a sustentabilidade dos sistemas, entendendo-se a sustentabilidade como a capacidade de assegurar as necessidades e expetativas das gerações do presente, estendendo novas oportunidades e desafios às gerações futuras. 

Nos empreendimentos turísticos
A qualidade de exceção procurada afirma-se como agente de defesa e valorização paisagística, com a preocupação de compatibilizar as atividades preconizadas com a paisagem, procurando-se reduzir o uso do automóvel e promovendo, ao invés, a acessibilidade e mobilidade pedonal e ciclável.

Nos loteamentos urbanos
O investimento nos espaços exteriores reflete a intenção de promover níveis superiores de qualidade de vida, procurando-se implementar tipologias diversificadas e corretamente articuladas entre si, ajustadas às necessidades e expetativas dos futuros utentes para que, no seu conjunto, contribuam para um ambiente urbano de qualidade e para a renovação de áreas envolventes. Os espaços exteriores constituem uma plataforma plurifuncional, onde todos os componentes assumem um papel relevante: as ruas arborizadas, as praças - locais privilegiados de estadia e convívio, os pequenos espaços verdes de enquadramento que surpreendem em cada esquina, e os maiores - jardins e parques, que constituem as mais importantes bolsas de desafogo ambiental, onde se processam as principais atividades de recreio e que tanto contribuem para a valorização cénica e ambiental de cada empreendimento.A vegetação assume sempre um papel de grande relevo, quer seja no enquadramento de zonas de referência e equipamentos, na criação de cenários diversificados e atrativos, como no contributo que dá para a existência de condições de conforto de exceção.

Nos condomínios fechados
Os espaços exteriores surgem como extensões das habitações, quase como se, relativamente a cada uma, de um jardim privado se tratasse. Dá-se particular atenção aos detalhes, promovem-se cenários interessantes aos apartamentos e criam-se recantos com privacidade, apostando-se numa estrutura verde de composição diversificada em termos de volumes, texturas e cores.

Nos empreendimentos comerciais
As propostas visam, através da criação de um conjunto de espaços exteriores de elevada qualidade formal, funcional e ambiental, contribuir para a sua distinção, elevando-os a referências no panorama local e nacional.

Nos loteamentos industriais
Investe-se na integração paisagística dos edifícios e na valorização de espaços envolventes degradados, como forma de promover a regeneração e a salvaguarda de valores naturais e culturais de cada local.

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